Logo
LogoInícioPor profissionaisQuem é Wefight ?
Brasil
Português
Ver todos os artigos

Para que serve um psiquiatra quando você tem uma doença crônica?

ACONSELHAMENTO

Por: Vik

Há 7 meses

É verdade, um psiquiatra não pode curá-lo. Mas pode ajudá-lo a avançar nessa provação trabalhando com sua mente. De um modo geral, nenhum de nós pode ter controle sobre os eventos que acontecem, mesmo que gostemos de mentir para nós mesmos sobre isso e prefiramos acreditar que é o caso muitas vezes.

Por isso, nunca controlamos o que nos acontece, nem o clima lá fora e nem nossas vidas. Mas, por outro lado, sempre podemos trabalhar para controlar o que pensamos sobre isso! Porque não são os acontecimentos que nos incomodam, mas sim o que pensamos sobre eles.

E quando você aprende a trabalhar em si mesmo, no psiquiatra, mas também um pouco todos os dias, você aprende a abrir espaço em sua cabeça para passar pelas provas da vida, por exemplo, evitando pagar o dobro do preço das coisas: uma vez porque acontecem, e outra porque a vozinha que nos fala em nossa cabeça nos ataca, com ansiedade, culpa, ou outra coisa...

Às vezes acontece que um psiquiatra é oferecido a você no serviço que o acompanha no hospital. Mas quando não for o caso, você pode ir ver um perto de você. Muitas vezes, algumas consultas são suficientes, porque se trata de restaurar sua confiança após um choque emocional, e não de curar você de uma doença mental. Existem vários tipos principais de acompanhamento psicológico e será uma questão de encontrar aquele que mais lhe convém, aqui estão alguns exemplos: 

 

Psicanálise: é um tipo muito particular de psicologia, um tipo de investigação que você faz sobre sua vida. Muitas vezes é bastante longo porque se estende no tempo; será uma questão de trabalhar suas memórias, mais ou menos distantes.

 

Terapias breves: são muito pragmáticas e centradas na realidade do seu dia-a-dia. É por isso que também são frequentemente chamadas de “terapias orientadas para a solução”. E, como o próprio nome sugere, às vezes são necessárias apenas algumas consultas para se sentir melhor.

 

Hipnose Ericksoniana: Assim como as terapias breves, elas podem desbloquear coisas em você muito rapidamente, comportamentos que você tem há muito tempo e que não pode mudar, crenças tóxicas e outros pensamentos que provocam ansiedade que mancham seus dias.

 
Terapias cognitivo-comportamentais: Também chamadas de TCCs, elas permitirão que você mude um comportamento muito específico ou um pensamento específico e recorrente que está causando problemas, com a ajuda do psicólogo. Será sobre aprender a substituir um comportamento por outro ou um pensamento por outro, o que não é mais tóxico para você. Muitas vezes esta técnica requer no mínimo dez consultas.

Todos os artigos

ACONSELHAMENTO

Ser mãe e a doença: 5 dicas para seguir em frente enquanto aproveita a vida em família

Se você é mãe e também sofre de uma doença crônica como eu, pode se cansar de seus tratamentos e rapidamente sobrecarregar sua vida familiar e o resto. Neste artigo, dou-lhe todos os meus conselhos!

ACONSELHAMENTO

Como a saúde me tornou mais sensível à ecologia?

Combinar o cotidiano do paciente e as escolhas em termos de ecologia nem sempre é fácil. Esse sentimento pode dar lugar a uma certa culpa ou mesmo eco-ansiedade. Mas você não tem nada a ver com isso! Aqui estão algumas ações diárias para encontrar um equilíbrio entre seus valores e sua saúde!

ACONSELHAMENTO

Minha ansiedade me mantém acordado

Quando é hora de ir para a cama, as ansiedades às vezes batem à sua porta e acabam te impedindo de dormir. Você já tentou de tudo para se livrar deles? Neste artigo, vamos mencionar alguns métodos que podem te ajudar a dormir em paz!

ACONSELHAMENTO

Continue a praticar atividade física para controlar melhor sua dor!

Ao contrário do que se possa pensar, a atividade física pode ajudá-lo a controlar melhor a dor causada por sua doença. Eu explico como neste artigo com algumas dicas!

ACONSELHAMENTO

Como continuar se divertindo com a doença?

Neste artigo compartilho 6 dicas para continuar se divertindo apesar do convívio com a doença e da dor! Vamos nessa?

ACONSELHAMENTO

Não tenho libido desde que soube da doença

Conheça o testemunho do nosso paciente que sentiu a perda de libido depois de seu diagnóstico. Se você também está numa situação como a dele, neste artigo você conheçerá os conselhos do nosso sexólogo.